Quando uma lesão não pode ser diagnosticada com segurança apenas pelo exame clínico, a biópsia dermatológica pode fornecer uma informação muito importante.

O procedimento consiste na retirada de uma pequena amostra de pele, que é encaminhada para análise anatomopatológica.

Na clínica, contamos com estrutura adequada para a realização de biópsias dermatológicas com segurança, conforto e os cuidados necessários para esse tipo de procedimento.

Fazer uma biópsia significa que existe suspeita de câncer?

Não necessariamente.

Ela pode ser indicada tanto para investigar tumores quanto para esclarecer doenças inflamatórias, infecciosas e outras condições dermatológicas.

Em alguns casos, a biópsia confirma uma hipótese diagnóstica. Em outros, ajuda a diferenciar doenças que podem apresentar aspectos muito semelhantes ao exame clínico.

A lesão inteira é retirada?

Depende.

Existem diferentes formas de realizar uma biópsia. Em determinadas situações, é retirada apenas uma parte representativa da lesão; em outras, pode ser indicada a remoção completa.

Localização, tamanho, características da lesão e hipótese diagnóstica influenciam essa decisão.

Vai ficar cicatriz?

Todo procedimento que remove parte da pele pode deixar cicatriz.

Antes de indicar a biópsia, considero o benefício diagnóstico e escolho a técnica de acordo com a região, o tipo de lesão e aquilo que precisa ser investigado.

Mais do que um procedimento isolado, a biópsia faz parte de um raciocínio diagnóstico que começa no exame dermatológico e continua com a interpretação do resultado anatomopatológico.